Foto: Reprodução/EBC
Terrazza Panorâmico

Nas últimas décadas, México e Canada cresceram muito economicamente graças ao NAFTA, o acordo comercial com os Estados Unidos.

O México era, antes, uma economia periférica, mas se aproveitou da oportunidade para ser o mais pobre dos mais ricos.

Já o Brasil, com sua mania de grandeza, de pátria abençoada por Deus, resolveu ser o mais rico dos mais pobres. E passou, inclusive, a transferir dinheiro de nossa população pobre para financiar porto em Cuba, refinaria na Venezuela, estradas em Angola.

Posou de rico no terceiro mundo, sem ter dinheiro sequer para manter o seu povo com emprego e dignidade.

Aplaudo a aproximação do governo federal com os Estados Unidos, pois isso pode redundar em mais investimento estrangeiro direto, em parceria comercial, em crescimento econômico, em tecnologia, em empregos e desenvolvimento.

Reconheço a ignorância, a truculência e o fanatismo do Trump, mas ele não é os Estados Unidos. Ele vai passar, como passou aquela besta do Busch.

O importante é termos parceiros comprometidos com a democracia, com a tecnologia, com o desenvolvimento e com a paz.

Durante os anos de PT no Brasil fizemos pacto com o passado, com o atraso e com a corrupção. Está na hora do pacto com o futuro, com a ética e com o progresso.