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Coluna do Renato Follador – Pensar grande

Tenho o Coxa no meu coração e nas cicatrizes das minhas pernas, marcas do orgulho de ter vestido aquela camisa.

Tenho o Atlético na minha cabeça, motivo de respeito e cautela, por ser um adversário implacável, responsável também pela grandeza do Coritiba, pois um seria muito menor sem o outro.

Dois clubes grandes… grandes coadjuvantes.

Um título nacional de cada nos distancia de gaúchos e mineiros, e muito de paulistas e cariocas.

Sempre me pergunto se seria porque o Paraná é pobre? Mentira. Temos um dos maiores PIBs do país. Seria por causa das torcidas? Jamais. As nações coxa e rubro-negra lotam estádios. Falta de tradição? Não, o Coxa inclusive é centenário.

A resposta? É que não pensamos grande. Somos tímidos em ambições. Médios, medianos, ou medíocres em ações.

Não percebemos ainda que futebol é arte e espetáculo, e isso não se faz sem estrelas. Também é negócio, e isso não se faz sem investimento. E que dinheiro vem junto ou depois das estrelas. Da torcida associada, da cota da televisão e da propaganda. Corinthians e Ronaldo, tempos atrás, confirmaram que o êxito é filho da ousadia.

Por que dirigentes de Atlético e Coritiba não fazem uma proposta para ter Kaká, Ibraimovich, Ribery, Iniesta, Robben ou Tevez? Se alguém achou absurdo, confirma-se minha tese que pensamos pequeno.

Sempre seremos do tamanho de nossos sonhos e da grandeza de nossa coragem.

Infelizmente, vamos só nos emocionar por mais uma vez não cair.

Essa postagem foi modificada em 31 de outubro de 2017 13:27

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