Foto: Reprodução

A suíça Gabrielle Andersen entrou no estádio olímpico de Los Angeles em 1984 atormentada por câimbras e dores, a poucos metros de uma chegada triunfal da maratona. Mal conseguia andar, mas não aceitou ajuda dos paramédicos até passar a linha de chegada.

Essa imagem e o rosto dela não me saem da cabeça, embora não lembre o da campeã.

Desse episódio tirei uma reflexão: vencedor é quem nunca desiste, quem persiste, quem insiste em chegar a um objetivo, a um sonho, a um novo estilo de vida, a uma nova profissão.

Faço yoga há 20 anos. Muitos colegas não conseguiam fazer os alongamentos- chamados de “assanas”- corretamente, pois não tinham elasticidade.

A mestre dizia, então: a razão da yoga ser feita com os olhos fechados é que não importa o que seu colega ao lado está fazendo, mas sim o teu progresso, com o teu corpo, tua mente e tua alma.

Se houver disputa é com você mesmo, e, acredite, praticando você vai evoluir um pouquinho dia a dia.

Pois eu sou o exemplo disso.

Fazendo uma analogia, quando olho para os outros e vejo a maioria desistindo no meio do caminho de suas lutas, fico triste, porque, se nem nós mesmos acreditamos em nós, quem vai acreditar.

Por fim, nunca esqueçam: nós somos os nossos pensamentos. Os pessimistas já fracassaram antes de começar; os otimistas já venceram antes de terminar.

O pessimista vê dificuldade em cada oportunidade; o otimista vê oportunidade em cada dificuldade.