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Fim de ano, tempo de balanço e de planos.

Tempo de pensar também em mudar a conduta diante da vida.

Talvez esse poema da esperança ajude.

“Nem a tristeza, nem a desilusão, nem a incerteza, nem a solidão, nada me impedirá de sonhar.
Nem o medo, nem a depressão, por mais que sofra meu coração, nada me impedirá de continuar.
Nem o desespero, nem a descrença, muito menos o ódio ou alguma ofensa, nada me impedirá de viver e de perdoar.

Mesmo errando e aprendendo, nunca deixarei de lutar, de agradecer e de recomeçar.

Quero viver cada dia como se fosse o primeiro, como se fosse o último, como se fosse o único.

Quero viver o momento de agora como se ainda fosse cedo, como se nunca fosse tarde.

Quero manter o otimismo, conservar o equilíbrio, fortalecer minha esperança, recompor minhas energias, para prosperar todos os dias.

Quero caminhar na certeza de chegar, lutar na certeza de vencer, buscar na certeza de alcançar, mas saber esperar, para poder realizar todos os ideais do meu ser.

Enfim, quero ser o melhor de mim, para viver intensa e maravilhosamente, até o fim.”

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