Foto: Valdecir Galor/SMCS

A Saúde intensificou as ações de vacinação contra a febre amarela no litoral do estado após ter-se confirmado a circulação viral na região.  Os esforços pretendem aumentar o número de imunizados no menor intervalo de tempo possível.

 A presença do vírus foi descoberta por meio de exames laboratoriais no corpo de macacos encontrados mortos na mata, em Antonina, na última semana.Depois do resultado positivo, a Secretaria de Estado da Saúde enviou profissionais e insumos para a cidade na tentativa de aumentar a cobertura vacinal que atualmente é de 75% da população-alvo, que inclui pessoas dos nove meses aos 60 anos incompletos.

De acordo com o superintendente interino de vigilância em saúde do Paraná, João Luis Crivellaro, o reforço pretende dar conta de acelerar a imunização, que está no calendário paranaense há décadas, com exceção justamente da região leste do estado.

São exatamente os municípios do litoral e da região de Curitiba os que se mostram mais vulneráveis à doença nesse momento, em decorrência do registro de casos da febre amarela, inclusive com mortes, em cidade paulistas próximas do Vale do Ribeira, perto da divisa com o Paraná.

A partir das mudanças na recomendação de vacinação, agora a orientação é para que moradores de todos os municípios do Paraná busquem a dose.

A operação de reforço no litoral paranaense pretende aumentar sensivelmente quantidade de imunizados no menor tempo possível: a preocupação está relacionada ao intervalo de dez dias, em média, que separa a aplicação da vacina da sua efetiva atividade de proteção.