Foto: Arquivo ANPr

Pesquisa realizada pela Fecomércio aponta que o Dia dos Pais de 2018 deve ser o mais movimentado e lucrativo dos últimos quatro anos.

Conforme a sondagem, perto de 70% dos consumidores pretendem presentear no dia 12 de agosto. A quantidade é 7,5% superior à do ano passado. Para 2018, o valor médio do presente aumentou e fica em R$ 106 com o presente, contra os R$ 99 de 2017.

A maioria dos consumidores, 60% dos que responderam à pesquisa, pretendem gastar entre R$ 50 e R$ 100; 22% afirmam que vão desembolsar de R$ 101 a R$ 150. Já os presentes mais caros são minoria: 8,7% dizem que pretendem gastar de R$ 151 a R$ 200, e apenas 8,2% devem fazer escolhas superiores aos R$ 200 para agradar os pais.

De acordo com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná, no ano passado a data elevou as vendas do varejo em quase 2% na comparação com agosto de 2016, crescimento motivado especialmente pelo setor de calçados, vestiário e tecidos.

Assim como a tendência observada no ano passado, a preferência neste Dia dos Pais é por roupas e calçados, com 52% das intenções de compra. Depois desses itens os cosméticos lideram como presente preferido, com 18%, seguidos por outras opções como chocolates, bebidas, cestas matinais e viagens, com 12% das opções de compra. Em fatias menores aparecem livros e eletrônicos, com 7% e 6%. Para completar, artigos de pesca, móveis e demais utensílios aparecem com 2% cada.

O levantamento da Fecomércio aponta ainda que a maior parte dos consumidores quer passar longe de dívidas e fará a opção por compras à vista, em dinheiro ou no cartão de débito, formas de pagamento escolhidas por 57,6% dos pesquisados. O cartão de crédito para o vencimento deve ser a escolha de 23,2% dos filhos neste dia dos pais, enquanto o parcelamento no cartão foi mencionado por 19,2% dos entrevistados.

Ainda de acordo com a pesquisa, 45% dos consumidores deve optar pelas lojas de rua para a compra do presente de dia dos pais; já os shoppings foram citados por 39% dos paranaenses nos próximos dias de agosto. Compras pela internet são a preferência de 6%, hipermercados de 3% e o comércio informal foi mencionado por 1% dos compradores.

Repórter Cristina Seciuk

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