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O Ciclo dos Tropeiros foi uma fase de muita importância econômica para o Paraná. As tropas percorriam longas trilhas levando gado e produtos para venda entre os estados de São Paulo e Rio Grande do Sul.

O tropeirismo começou no século XVII e seguiu até o início do século passado.

No território paranaense os tropeiros paravam para dormir e esperar passar a temporada de chuvas. Já no inverno, o gado ganhava peso para ter mais valor em São Paulo, de acordo com a historiadora Amélia Podolan, coordenadora do Museu do Tropeirismo de Castro, nos Campos Gerais.

Foi assim que a pecuária passou a dominar a economia regional, com um papel importante no desenvolvimento do comércio e no povoamento do Paraná, pois devido a ela surgiram várias vilas como Lapa, Castro e Palmeira.  

A pecuária ainda representa boa parte da indústria paranaense. Uma das empresas de destaque nesse cenário é o frigorífico Astra em Cruzeiro do Oeste, na região noroeste. Ele é uma das maiores empresas brasileiras credenciadas para exportação de carne para o mercado internacional.

Em 2018, o Paraná produziu quase 164 mil toneladas de carne bovina. Dessas, 32 toneladas foram para exportação, movimentando 125 milhões de dólares, segundo um levantamento do Departamento de Economia Rural da Secretária de Agricultura do Paraná.  

Conforme o médico veterinário, Fábio Mezadri, técnico do Deral, o Paraná tem o décimo rebanho de corte do país e é o nono produtor.