Foto: Chico Camargo/CMC

De acordo com o corregedor Wolmir Cardoso de Aguiar, foram feitos vários cruzamentos de informações e não foram encontradas provas que incriminem o vereador Tiago Ferro.

A denúncia foi feita por uma ex-assessora que trabalhava com Tiago, antes de ele assumir o mandato na Câmara. O parecer da corregedoria, que diz não haver materialidade suficiente para provar a situação, foi emitido no dia 20 de setembro. Para o corregedor, a quebra de sigilo bancário seria imprescindível.

De acordo com o vereador o parecer foi enviado à Mesa Diretora, que deve analisar se manda toda a sindicância ao Plenário ou se arquiva a denúncia contra Tiago.

Segundo o vereador o salário da ex-assessora foi reduzido no mês de abril. Ele investigou o motivo, junto ao setor de recursos humanos da casa e descobriu que houve um remanejamento dentro do gabinete, após a contratação de outros dois assessores.

No final de agosto, Tiago Ferro usou a tribuna da câmara para se defender e pediu para ser investigado.

Além da acusação contra o vereador Tiago Ferro, uma denúncia contra a vereadora Kátia Dittrich, do SD, também é investigada pela casa.

Ela é acusada por seis ex-funcionários de ter ficado com parte dos salários deles. Kátia Dittrich se defendeu no plenário e disse ser vítima de um complô.

O MP-PR formalizou ainda mais três denúncias por práticas idênticas. Elas envolvem os vereadores Rogério Campos, do PSC, Giovani Fernandes, do PTB, além de Osias Moraes, do PRB.

Repórter Lucian Pichetti

Deixe seu comentário