Foto: SMCS

Curitiba deve ter 408 km de estrutura cicloviária até 2025. Para que a ciclomobilidade funcione na cidade, a Prefeitura também deve ampliar a chamada “via calma” para garantir a segurança dos ciclistas. O projeto de ampliação está incluído no Plano de Estrutura Cicloviária, conforme explica o presidente do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), Luiz Fernando Jamur.

Somente neste ano, segundo a Prefeitura, serão mais 28,8 km com ligações integradas aos eixos de transporte da Avenida República Argentina e Rua Padre Anchieta a universidades e locais de grande fluxo de pessoas.

No plano estão 9,5 km de ciclofaixas junto ao eixo Centro-Oeste de transporte, ligando a região central à Universidade Positivo e à UTFPR; 6 km de ciclofaixas da Praça do Japão ao Fazendinha, pelo eixo da República Argentina; 1,4 km integrando a Praça do Japão ao Santa Quitéria, permitindo a ligação via 7 de setembro e Arthur Bernardes; 5,8 km de ciclovias na extensão da Linha Verde Norte, desde as proximidades da Avenida Victor Ferreira do Amaral até a estação Atuba; 3,5 km no trecho intercampi da UFPR, integrando as unidades de Agrárias e Comunicação, na região do Cabral, Juvevê e Hugo Lange; e 2,6 km na ligação Tarumã/Linha Verde, no entorno do empreendimento do Park Jóquei Shopping.

Conforme Jamur, os terminais de ônibus serão adequados para facilitar a integração do transporte público.

Estão previstas as instalações de ciclovias, ciclofaixas, ciclofaixas sobre a calçada, vias compartilhadas, ciclorrotas e passeios compartilhados. A ideia é fazer com que o ciclista não se arrisque nas canaletas de ônibus e se tornem vítimas de acidentes.

Curitiba tem hoje 208,5 km de estrutura cicloviária, sendo: 100,8 km de calçadas compartilhadas; 31,1km de ciclovias; 25,1 km de ciclofaixa sobre a calçada; 19,6 km de ciclofaixa na via lenta; 18,7 km de ciclofaixas; 11,7 km de ciclorrotas e 1,5 km sem caracterização.

Repórter Francielly Azevedo