Foto: Pedro Ribas/SMCS

Boa parte deles foi removida pelo serviço de guincho contratado pela Prefeitura. Segundo a administração, a ação é para democratizar o acesso às vagas de estacionamento, dar segurança aos pedestres e livrar o espaço urbano de carros abandonados pelos donos por não terem condições de circulação.

De acordo com o secretário municipal da Defesa Social e Trânsito, Guilherme Rangel, o número de vagas liberadas nas ruas de diferentes pontos da cidade equivale à área de estacionamento da Avenida Marechal Deodoro entre a Praça Zacarias, no Centro, até a Germano Mayer, no Cristo Rei, cerca de 1,2 km.

Somente em março, 230 carros foram retirados das ruas, mas apenas 30 deles com a utilização do guincho. Para o diretor de fiscalização da Setran, Claudionor Agibert, os proprietários ficaram com medo.

É que se o veículo for guinchado, o proprietário tem que arcar com as despesas de remoção e ainda pagar pelos dias em que o pátio for utilizado. Os valores, a depender do tipo de veículo, variam entre R$ 118,93 a R$ 471,84 para o serviço do guincho, e as diárias podem custar de R$ 25,38 a R$ 83,51.

Para um carro médio, os valores são de R$ R$ 232,18 a remoção e R$ 43,51 a diária.

Agentes de trânsito e guardas municipais habilitados podem acionar o serviço de remoção e aplicar o auto de infração.

Dos 263 carros e nove motos tirados de circulação, 222 estavam envolvidos em infrações como estacionamento em pontos de táxi, em vagas reservadas para idosos e pessoas com deficiência e em guias rebaixadas.

Veículos com licenciamento atrasado ou que estavam parados em vagas regulamentadas, fora do horário permitido, também foram guinchados.

Na Avenida República Argentina, na altura do Shopping Palladium, no bairro Portão, por exemplo, o guincho foi acionado diversas vezes por causa de infrações de trânsito.

Repórter Lucian Pichetti

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