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No ano passado, a prefeitura de Curitiba recebeu três mil e quinhentas denúncias de maus-tratos e comércio irregular de animais via Central 156. A chefe da Rede de Proteção Animal, Vivien Midori Morikawa, explica que deixar um animal sem abrigo adequado, sem água ou comida, além causar ferimentos no bichinho e o abandono, são exemplos de situações que podem ser enquadradas como atos cruéis.

Para combater os maus-tratos a animais, foi criado o “Abril Laranja”, instituído pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade a Animais. Vivien diz que após o recebimento da denúncia, a fiscalização se desloca até o endereço informado. Além dos fiscais, médicos veterinários também compõem a equipe.

A lei municipal 13.908/2011 prevê que atos que coloquem em risco o bem-estar e a vida dos animais, domésticos ou não, podem ser punidos de diversas formas, desde advertências por escrito até multas e apreensão do bichinho.

A chefe da Rede de Proteção Animal contou que são vários os casos de maus-tratos e alguns chocam até os fiscais.

Ela reforça que as denúncias feitas com responsabilidade ajudam a devolver uma rotina sem sofrimento aos bichinhos.

Segundo Vivien, por dia, são registradas 30 denúncias pela Rede de Proteção Animal. Qualquer pessoa pode fazer a denúncia anônima pelo telefone 156.

Repórter Francielly Azevedo

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