Foto: Divulgação/STF

O coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), Leonir Batisti, afirmou que a decisão de soltar ou não os presos na Operação Rádio Patrulha, foi direcionada a Gilmar Mendes. O ex-governador Beto Richa, a esposa dele Fernanda Richa e outros 13 investigados foram soltos pelo Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).

Durante a semana, após a prisão de Richa, o ministro do STF já havia afirmado que a ação era “abuso de poder”. Na noite de sexta-feira (14) Gilmar Mendes acatou habeas corpus impetrado pela defesa do tucano e ainda deu salvo conduto a qualquer determinação de prisão preventiva. Com isso, a decisão do juiz de primeira instância foi suspensa.

O coordenador do Gaeco garante que o Ministério Público vai recorrer da decisão de Mendes.

Mais uma vez o coordenador do Gaeco afirmou que a Operação foi realizada do modo mais correto e profissional possível.

Além disso, Batisti afirmou que a operação foi deflagrada a partir do fato de que o grupo investigado teria oferecido propina para que uma testemunha mentisse em depoimento.

Apenas o ex-chefe de gabinete de Beto Richa, Deonilson Roldo, continua preso. Ele também tinha um mandado de prisão da 53ª fase da Operação Lava Jato.

Repórter Lucian Pichetti

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