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 Mesmo com autorização proferida pelo presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, para o deslocamento até São Bernardo do Campo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva resolveu não deixar a cela em que está preso na Superintendência da Polícia Federal.

O posicionamento foi justificado pelo advogado Manoel Caetano Ferreira ao deixar o local após conversa com o cliente.

A decisão de Toffoli saiu por volta das 13h desta quarta-feira (30), dez minutos antes de ocorrer de fato o sepultamento do irmão de Lula, Genivaldo Inácio da Silva, conhecido como Vavá.

Antes, o pedido da defesa para que o ex-presidente pudesse comparecer ao velório do irmão (conforme garantido na Lei de Execução Penal) foi negado pela 12a Vara Federal, responsável por acompanhar o cumprimento da pena de Lula, e em segunda instância pelo TRF4. A justificativa para as negativas foi a inviabilidade de conduzi-lo até o ABC Paulista em tempo hábil para o funeral, além de riscos de distúrbios apontados pela inteligência policial.