Foto: Divulgação/Sanepar
Terrazza Panorâmico

Um estudo realizado por uma técnica, a pedido do do deputado estadual Homero Marchese, (PROS) apontou supostas inconsistências nos cálculos feitos pela Sanepar para justificar o reajuste de 12,13% na tarifa de água proposto pela companhia.

Segundo dados e informações disponibilizados pela própria Sanepar, a equipe encontrou incongruências no resultado. Segundo o estudo, o reajuste seria mais justo se fosse de 5,58%.

O Estudo foi encaminhado para o TCE-PR. O deputado lembra que a aplicação do aumento proposto pela empresa está suspenso desde a semana passada devido a uma medida cautelar

O estudo estabeleceu ainda percentuais de 7,44%, 8,37%, 9,32% e 10,26% para o reajuste, dependendo dos parâmetros adotados. Outro questionamento diz respeito à reavaliação de ativos da companhia.

De acordo com a equipe técnica de Homero, o processo, conduzido pela própria empresa e ratificado pela Agepar, resultou na autorização para aumento da tarifa em 25,63% (no prazo de oito anos), ainda que a companhia apresentasse excelente desempenho financeiro.

Por fim, o estudo questiona a distribuição de dividendos para os acionistas na proporção de 50% do lucro líquido da empresa. A CBN já entrou em contato com a Assessoria da Sanepar e aguarda retorno.

Repórter Fabio Buchmann