Foto: Francielly Azevedo

Em Curitiba, o General Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) na disputa pela Presidência da República, descartou qualquer possibilidade de vir a substituir Bolsonaro, que está internado em São Paulo, após ter recebido uma facada no último dia 6. Mourão disse que a coligação perde muito sem o presidenciável nas ruas em contato com os eleitores.

O General também repercutiu a possibilidade de ele representar Bolsonaro nos debates. O PRTB cogitou a hipótese, o que, segundo informações de bastidores, teria causado um desconforto com o PSL.

Questionado se tem mantido conversas com Bolsonaro, Mourão disse que o cabeça de chapa se quer pode falar e criticou a série de visitas que o candidato tem recebido no hospital.

O General também comentou as declarações do candidato a governador do Paraná pelo seu partido, Geonísio Marinho, que afirmou que há suspeita de fraudes nas urnas eletrônicas e que, se os militares do PRTB identificarem indícios de manipulação dos resultados, haverá intervenção.

Lembrado pelos jornalistas que Bolsonaro foi o deputado mais votado nas últimas eleições, ele comentou.

Mesmo assim, garantiu que a coligação não irá contestar o resultado caso tenha uma derrota nas urnas.

Mourão ministrou uma palestra no Instituto de Engenharia do Paraná para cerca de 400 pessoas. Essa foi a primeira agenda oficial após o atentado a Bolsonaro.

Repórter Francielly Azevedo

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