Foto: Nilton Bibiano

Curitibanos que estão em Londres relataram à reportagem da CBN como estava o clima na cidade no dia em que um ataque na região do Parlamento Britânico chocou a capital. A polícia trata o caso como um atentado terrorista.

Foto: Nilton Bibiano

A polícia londrina foi acionada por volta das 11h40 desta quara feira, horário de Brasília, 14h40 no horário local. O ataque aconteceu na Ponte Westminster, uma das principais de Londres, na região do Parlamento Britânico. Nos minutos seguintes ao atentado, a região já foi totalmente isolada pela polícia.

A curitibana Lorena Nogarolli se mudou para Londres em fevereiro, junto com a filha Paola, de 13 anos. No momento do tumulto, ela precisava atravessar a Ponte Westiminster para pegar a filha na escola.

De acordo com testemunhas, os suspeitos jogaram o carro onde estavam contra os pedestres na Ponte Westminster. A polícia logo agiu, e testemunhas teriam ouvido tiros.

O curitibano Dante Candal mora desde 2015 em Londres. Ele é assistente financeiro e trabalha quase ao lado do Parlamento. Ele contou como soube do atentado e qual era o clima naquele momento.

O consultor de marketing, Nilton Bibiano, também é de Curitiba e mora há 7 anos em Londres. Ele acabou de voltar do Brasil onde passava férias e relatou que, apesar da quantidade de policiais fora do normal, na tarde desta quarta feira, a situação nas ruas era relativamente tranqüila.

A curitibana, Val Oliveira, morou em na capital britânica mais de dez anos, voltou para o Brasil, e está de passagem pela cidade. Ela estava em Londres em 2005, quando a cidade sofreu o até então maior atentado terrorista da história da Inglaterra.

Apesar da maioria dos moradores tentar seguir com a rotina, foram dadas orientações de segurança principalmente com relação ao transporte público.

Até o fechamento desta reportagem, as autoridades confirmaram a morte de quatro pessoas no atentado. Entre elas, um suspeito e um policial. Outras vinte pessoas ficaram feridas.

Repórter: Ana Krüger. 

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