Foto: Venilton Kuchler/Arquivo SESA

Em 2018 foram registrados 4.098 casos de picadas de aranha-marrom no Paraná. A região com maior número de acidentes é a de Curitiba e Região Metropolitana, que concentra metade dos casos. O número é menor do que o registrado em 2017, quando foram 4.198 ocorrências. Somente em 2019, em pouco mais de um mês, foram 203 casos.

A recomendação da Secretaria de Estado da saúde é que as pessoas busquem uma Unidade de Saúde o mais rápido possível, para a medicação adequada, em caso de acidente. Em situações mais graves, a vítima poderá ser encaminhada a um hospital para a soroterapia, mas segundo a Secretaria, menos de 5% dos casos precisam deste tipo de tratamento.

A orientação é que as pessoas mantenham o ambiente limpo, sem abrigos para as aranhas. Os abrigos da aranha-marrom são as frestas de casas em paredes, rodapés, caixilhos de portas, que devem ser fechados com massa corrida ou outro material apropriado. O combate com inseticidas não é recomendado na eliminação de animais peçonhentos, até para não intoxicar seres humanos e outras espécies.

Repórter Karina Bernardi