Foto: PRF
Terrazza Panorâmico

Oito pessoas morreram nas estradas federais do Paraná durante o carnaval. Outras 177 ficaram feridas durante os seis dias de Operação Carnaval. É o segundo ano consecutivo em que a PRF registra queda do número de mortes. No Carnaval de 2017, foram 20 mortes. No do ano passado, nove. Entre a última sexta-feira (1º) e ontem (6), Quarta-feira de Cinzas, as equipes da PRF atenderam 147 acidentes no estado.

Os policiais rodoviários federais flagraram 132 motoristas sob efeito de bebidas alcoólicas, o que equivale a um caso de embriaguez ao volante a cada 65 minutos de operação. Outros 657 motoristas foram multados por ultrapassagens proibidas. E 13,1 mil ultrapassaram os limites máximos de velocidade. Na segunda-feira (4), um motociclista foi fotografado a 197 km/h em Toledo, região oeste do Paraná, na BR-467.

Diante do radar portátil da PRF, o garupa da motocicleta ainda tentou esconder a placa, em vão. A PRF registrou ainda 68 crianças transportadas sem cadeirinha, bebê-conforto ou assento de elevação. Em uma dessas ocorrências, no domingo (3), um automóvel transportava três crianças no porta-malas, em Capitão Leônidas Marques, também no oeste do Paraná.

No total, as equipes da PRF recolheram 408 veículos aos pátios da instituição, por diferentes irregularidades. Doze carros furtados ou roubados foram recuperados. A PRF apreendeu 500 munições, 21 quilos de cocaína e 32 quilos de maconha no período, além de pelo menos 83 mil carteiras de cigarro contrabandeado do Paraguai. Sobre os acidentes fatais Excesso de velocidade, desatenção, ingestão de bebidas alcoólicas e desobediência à sinalização foram as causas dos acidentes com mortes atendidos pela PRF durante o Carnaval deste ano no Paraná.

As oito pessoas morreram em oito acidentes diferentes, metade delas em colisões frontais. Sete das oito mortes ocorreram em pista seca. Quatro em trechos de reta, e as outras quatro, em curvas. A maior parte dos acidentes fatais ocorreu em pistas simples (6). Dos oito mortos, três eram motociclistas e um, pedestre. O dia mais violento foi a sexta-feira (1º), véspera do feriado prolongado, quando foram registradas seis mortes.

Da Redação com Assessoria de Comunicação