Foto: Reprodução/Facebook
Terrazza Panorâmico

A família de Andrielly Gonçalves da Silva, de 22 anos, não tem dúvidas de que o corpo encontrado na tarde de sexta-feira (8), na Serra da Graciosa, é da jovem. O corpo foi localizado por acaso, por um motociclista e, de acordo com a polícia, estava na mata há pelo menos 20 dias. No dia 9 o desaparecimento da estudante de direito completou um mês.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Paranaguá, no litoral e, no sábado (9) pela manhã, transferido para Curitiba.

No IML da capital uma tia de Andrielly reconheceu o casaco, a calça e a tatuagem de borboleta no braço esquerdo. Agora, para a confirmação da identidade, é preciso esperar o resultado do exame de DNA. A amostra de sangue da mãe da jovem, Cleusa Gonçalves, já está no laboratório.

A mãe já tem em mãos também a radiografia da arcada dentária da jovem, para confrontar com a do corpo encontrado.

Não há prazo para a conclusão dos exames.

O policial militar Diogo Coelho Costa, ex-companheiro de Andrielly, é o principal suspeito do desaparecimento.

Diogo está preso desde o dia 19 de maio. A prisão temporária dele vence no dia 19 de junho. Se confirmado que o corpo é de Andrielly, a Polícia Civil pode pedir à Justiça a prorrogação do prazo ou a conversão para prisão preventiva.

Repórter Lucian Pichetti

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