Foto: William Bittar

O secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, aproveitou o encontro para esclarecer o que ele chama de equívocos do empresariado com relação ao projeto. O texto foi aprovado pelos deputados em segunda votação no dia quatro. Ele equipara as alíquotas de ICMS cobradas no estado com as adotadas nacionalmente, que são mais caras. Antes eram 20 faixas de alíquotas para as empresas do Simples Nacional. Agora são seis. A isenção para pequenos empresários que faturam até 360 mil reais continua, a partir daí a cobrança segue uma tabela progressiva.

Parte do setor produtivo afirma que, com a mudança, a arrecadação do estado vai subir até 24%. Já o secretário da Fazenda garante que, na verdade, ela vai diminuir.

A solução para que os empresários que faturam até 3,6 mi não paguem tanto ICMS estaria em uma emenda, aprovada na assembleia. Ela estipula um teto de aumento de tributação de, no máximo, 20%. O secretário garante que os empresários paranaenses vão continuar pagando o menor ICMS do país. O vice-presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), José Eugênio Gissi, não ficou convencido e disse que a FIEP vai pedir o veto do projeto.

Já o presidente da Associação Comercial do Paraná, Gláucio Geara, aprovou a mudança.

Gláucio acredita que o consumidor não vai sentir no bolso.

O texto da lei foi aprovado pelos deputados estaduais na segunda-feira (4).

Repórter Lucian Pichetti

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