Foto: Reprodução/Facebook
Terrazza Panorâmico

Em um vídeo, postado no Facebook, Francischini diz que é preciso fazer algo para barrar o que ele chama de “pedófilos pervertidos escondidos no corpo de artistas de esquerda”.

Para defender o projeto, o deputado cita dois exemplos polêmicos recentes. O primeiro é a exposição “Queermuseu”, no Santander Cultural, em Porto Alegre. A mostra ficou disponível de 15 de agosto a 10 de setembro, quando foi cancelada após sofrer uma série de acusações por conta de obras que fazem apologia à pedofilia e outras que mostram zoofilia.

O outro exemplo é o do Museu de Arte Moderna, em São Paulo. No dia 26, uma criança de quatro anos, acompanhada pela mãe, interagiu com um artista nu durante uma performance.

Francischini afirma que o Estatuto da Criança e do Adolescente precisa ser alterado no trecho que prevê punições para casos de pornografia com uso de crianças.

O projeto deve ir a voto na Câmara dos Deputados nas próximas semanas.

Repórter Lucian Pichetti

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