Foto: Roger Pereira / Paraná Portal

Em entrevista coletiva à imprensa, pouco antes de fazer a primeira reunião com o secretariado nesta quarta-feira (02/01), o governador do Paraná, Ratinho Jr, anunciou que os comandantes de cada uma das 15 pastas na administração estadual já têm uma meta para a redução de custos em cada uma das secretarias.

O governador anunciou ainda que os secretários terão um prazo de cerca de 30 dias para tomar conhecimento da situação em que se encontram cada uma das pastas. Ratinho anunciou ainda que cada secretário fará periodicamente apresentações de prestação de contas do trabalho que estão realizando.

COMISSIONADOS

O governador ainda anunciou que todos os servidores comissionados da gestão de Cida Borghetti foram exonerados nesta quarta-feira (02.01).
Além dos comissionados, o decreto assinado por Ratinho também exonera servidores públicos das funções gratificadas que ocupam.

O governador citou que não foi feito – como de costume – o processo de exoneração ainda por parte do governo que deixou o Palácio Iguaçu no final do último ano, mas disse que “compreendeu” as razões da gestão anterior.

De qualquer maneira, Ratinho Jr. disse que, até para a surpresa dele, o Paraná não tem tantos cargos comissionados na administração estadual.   

Ratinho também reafirmou que serão revistos, através de decretos, contratos e convênios firmados pelo governo anterior nos últimos 60 dias. Segundo o governador, a intenção é ver o que é exatamente necessário e urgente entre esses decretos.

AVIÃO

O governador também falou sobre o avião alugado pelo Governo do Paraná. Na linha do que tem dito, sobre “cortar privilégios”, Ratinho Jr. afirmou que irá devolver uma aeronave usada pelo Governo do Estado.

Perguntado sobre o avião, este alugado pelo Governo, que ele usou para ir na terça-feira para a posse de Jair Bolsonaro em Brasília, Ratinho respondeu,

Ratinho disse ainda que conversou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, em Brasília. O governador disse que pediu ajuda para que decisões administrativas do Governo Federal possam, de certa maneira, dar mais autonomia para os estados em decisões ligadas a infra-estrutura, tais como concessão e modernização de rodovias e aeroportos, por exemplo.