Terrazza Panorâmico

Uma nova proposta de reajuste aos servidores estaduais foi apresentada nesta sexta-feira pelo governador Ratinho Junior. Com implantação da data-base, o pagamento seria parcelado, de 5,09%, com a primeira etapa, de 2%, para janeiro de 2020. As outras, de 1,5% cada, ficariam para janeiro de 2021 e janeiro de 2022, condicionadas ao crescimento de pelo menos 6,5% da receita líquida do Estado. Já o funcionalismo quer 4,94%, da inflação dos últimos 12 meses, e uma negociação dos percentuais que estão em atraso.

Se de um lado o governo anunciou a proposta dando a greve como encerrada, de outro, o Fórum das Entidades Sindicais afirmou, em nota,  que “não recebeu qualquer proposta do governo”. E que o fim do movimento, que foi deflagrado em 25 de junho, depende das assembleias das categorias, que acontecem neste sábado.

Segundo o governo, as aulas da rede pública deverão ser repostas no recesso escolar. O ensino é considerado o serviço mais afetado pela greve. Sem reposição, o governo informou que haverá desconto em folha pelos dias parados e lançamento de faltas. 

Também foi divulgado que haverá concursos públicos, para a contratação de 2.560 policiais militares, 400 policiais civis, 96 peritos e médicos para a Polícia Científica, 1.269 agentes de cadeia, 400 profissionais da saúde, 80 para a Adapar (Agência de Defesa Agropecuária) e 988 professores.

Estão previstos ainda concursos voltados a profissionais para a Administração Direta, DER (Departamento de Estradas de Rodagem), IAP (Instituto Ambiental do Paraná), Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social) e Teatro Guaíra.

Repórter Marcelo Ricetti