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Terrazza Panorâmico
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A maioria dos laboratórios da rede privada começou a vacinação contra a gripe nesta semana, em Curitiba. Na rede pública, a imunização começa só no dia 17 de abril e é destinada apenas aos grupos de risco.

A vacina imuniza o paciente contra a H1N1 e outros tipos de influenza. No entanto, a imunização disponível na rede pública é diferente da ofertada nas clínicas particulares. No sistema público, é aplicada a vacina trivalente. Contra três tipos de influenza. E na rede privada, a tetravalente.

No ano passado, 238 pessoas morreram e 1208 casos de H1N1, um dos tipos de gripe, foram registrados em Curitiba. Com a notícia do alto número de mortes provocadas pelo vírus H1N1 muitas pessoas ficaram assustadas e correram se vacinar. Aqueles que não fazem parte dos grupos de risco fizeram fila nas clinicas particulares.

No ano passado, em 13 dias, o laboratório Frishmann Aisengart chegou a vender mais de 19 mil doses. A diretora médica do laboratório, Myrna Campagnoli, acredita que, neste ano, a procura vai ser mais tranquila.

Fazem parte do grupo de risco e tem direito a vacina na rede pública: pessoas com 60 anos ou mais, crianças de seis meses a quatro anos de idade, gestantes, mulheres até 45 dias após o parto, profissionais de saúde, indígenas, portadores de doenças crônicas, população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Na rede particular, a dose custa em média R$ 100.

 

Repórter Ana Krüger

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