Foto: Divulgação

Uma trilha no Pico Paraná terminou de forma inesperada para um grupo de montanhistas. Uma integrante, de 30 anos, sofreu uma hiperextensão em um dos joelhos na noite de sábado (6) e não conseguiu mais andar.

O grupo acionou o Corpo de Bombeiros que encaminhou uma equipe do Grupo de Operações de Socorro Tático (GOST) por terra. De acordo com o tenente Luis Henrique Vojceichovski, o helicóptero do Batalhão de Operações Aéreas (BOA) da Polícia Militar foi acionado para fazer o resgate, mas o tempo fechado impossibilita o voo.

Segundo resgate 

Na tarde de sábado (6) um outro montanhista, de 38 anos, quebrou a clavícula em um acidente também no Pico Paraná. Os amigos da vítima acionaram o Corpo de Bombeiros, que solicitou o suporte aéreo.

O homem, que estava acompanhado de outras três pessoas, foi socorrido ao Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul, e passa bem. No verão são comuns as trilhas pelos picos da Serra do Mar mas, mesmo quem tem experiência, está sujeito a sofrer acidentes. O tenente do Corpo de bombeiros dá dicas aos montanhistas.

O Pico Paraná é o ponto mais alto do Sul do Brasil: 1.877,39 metros acima do nível do mar. A trilha não é recomendada para iniciantes, já que dura cerca de seis horas até a chegada ao topo.

Repórter Lucian Pichetti

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