Foto: Assessoria P2/Divulgação

De acordo com as investigações, Deivid Willian Villero Silva e Ygor King participaram das agressões contra o jogador Daniel Corrêa Freitas, de 24 anos. Eles serão ouvidos nesta sexta-feira (9), na delegacia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Além deles, Eduardo Henrique da Silva, foi preso em Foz do Iguaçu.

Os três são acusados de ajudarem o comerciante Edison Brittes Júnior a matar o jogador, encontrado na manhã do dia 27 de outubro. Ao todo, seis pessoas estão presas pelo crime.

Cristiana Brittes, esposa de Edison, e Allana Brittes, filha do casal, estão detidas na ala feminina do presídio de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba. Elas foram transferidas nesta quinta-feira (8), assim como Edison Brittes, que foi levado para o Centro de Triagem 2, também em Piraquara.

O delegado responsável pelo caso, Amadeu Trevisan, já revelou que vai pedir a conversão da prisão temporária para prisão preventiva de todos eles. De acordo com Trevisan, os seis serão indiciados por homicídio qualificado.

Para a Polícia Civil, não houve estupro ou tentativa de estupro por parte de Daniel, como alega o comerciante, a esposa e a filha.

Neste sábado completam 15 dias da morte de Daniel. O jogador foi encontrado em um matagal na Colônia Mergulhão, zona rural de São José dos Pinhais. Edison Brittes foi preso cinco dias após o crime e durante depoimento na delegacia, na última quarta-feira (7), que durou aproximadamente seis horas, mudou as versões por ele mesmo apresentadas anteriormente. A alegação dele é de que mentiu para proteger os demais envolvidos no assassinato de Daniel.

Repórter William Bittar