Foto: Divulgação/Megaself

Viabilizar uma pequena empresa fazendo com que todos custos coubessem no bolso. Foi esse o desafio que a Danielle Amorim assumiu no final do ano passado. Disposta a tirar seu negócio do papel, ela tinha de um lado da balança o valor máximo que poderia gastar e do outro uma extensa lista de itens imprescindíveis para a empresa.

Sem necessidade de grande estrutura, um aluguel de sala comercial e de depósito nos moldes tradicionais estava fora dos planos e a busca, então, passou a ser por espaços mais flexíveis, que de fato se adaptassem à realidade da empreendedora. Para as demandas administrativas a opção foi pelo coworking, já bastante disseminado entre pequenos empresários, e para a logística a aposta foi no self storage, ou autoarmazenamento em bom português. Serviço barato e bastante conhecido nos Estados Unidos, por exemplo, ele vem ganhando espaço por aqui e foi determinante na escolha da empresária.

Albert de Oliveira, que é diretor de uma empresa que oferece as duas soluções de modo integrado, afirma que o autoarmazenamento se destaca como alternativa para os mais variados negócios, com baixo custo e boa localização.

Ainda conforme o diretor da Megaself, os self storages vem atraindo muitos adeptos também entre as pessoas físicas num mundo cada vez mais restrito e de metragens cada vez menores.

Repórter Cristina Seciuk