Foto: Reprodução/Facebook

A Justiça transformou nesta sexta-feira (13) em preventiva a prisão do policial militar Diogo Coelho Costa acusado de matar a ex-mulher, a estudante de direito Andriely Gonçalves da Silva, de 22 anos. A jovem desapareceu no dia 9 de maio, em Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba, e foi encontrada morta no dia 8 de junho na Serra da Graciosa, no litoral do Paraná.

A Delegacia do Alto Maracanã, em Colombo, concluiu o inquérito na última quinta-feira (12) e afirmou que todos os indícios apontam que Diogo foi o autor do assassinato. Diante disso, o delegado do caso, Erineu Portes, pediu a Justiça que a prisão do policial, que era temporária, fosse convertida em prisão preventiva, por tempo indeterminado.

A defesa do soldado nega o envolvimento do policial no crime. Em entrevista a CBN Curitiba nesta sexta-feira (13), o advogado de defesa, Luiz Eduardo Goldman, afirma que há falhas na conclusão do inquérito.

Diogo está detido desde o dia 19 de maio no Batalhão de Guarda da Polícia Militar. Com a decisão da Justiça, ele segue detido sem previsão de soltura.

Repórter Francielly Azevedo

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