Foto: Marcelo Ricetti
Terrazza Panorâmico

Em Curitiba, a manifestação em defesa da Operação Lava Jato e do presidente Jair Bolsonaro (PSL) foi na Boca Maldita, local tradicional de atos públicos. Neste domingo (25), os cerca de 5 mil participantes, segundo a organização, priorizaram o pedido de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal, como Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes. Mais especificamente, o do presidente da corte, ministro Dias Toffoli, como explica Paula Milani, coordenadora do Acampamento Lava Jato.

Os manifestantes também defenderam o fortalecimento de instituições que garantem a democracia no Brasil, como a Polícia Federal, o Ministério Público Federal e a Justiça Federal. Para o coordenador do movimento Curitiba Contra a Corrupção, Cristiano Roger, os julgamentos prioritários do STF são mais políticos do que de interesse público.

Outro ponto da pauta da manifestação, foi pelo veto presidencial à lei do abuso de autoridade, que foi aprovada no dia 14 deste mês e que Bolsonaro pode sancionar ou vetar, até o dia 29. De acordo com a relações públicas do movimento Curitiba Contra a Corrupção, Narli Resende, esta lei pode limitar as investigações contra crimes do colarinho branco, no País.

Repórter Marcelo Ricetti