Foto: Divulgação/APP Sindicato
Terrazza Panorâmico

A greve deflagrada nesta terça-feira envolve mais de 20 categorias do funcionalismo público do Estado. Com os salários congelados há 4 anos, a defasagem salarial chega a 17%, valor que equivale a quase 3 salários a menos por ano, segundo os sindicatos que representam os servidores.

Nesta segunda-feira, policiais militares e civis atenderam a um pedido do governo, solicitando uma semana de prazo para que uma proposta seja apresentada. 

Mesmo sem os policiais, a coordenadora do Fórum das Entidades Sindicais, Marlei Fernandes, disse que a greve começou forte no estado, mas um balanço sobre o primeiro dia de paralisações só será divulgado no final da tarde.

A representante do Fórum das entidades Sindicais disse que o governo poderia pagar um reajuste entre 4,5 e 5%. Mas ela disse que nenhuma proposta foi apresentada, e por isso é difícil deliberar sobre o assunto

Marlei Fernandes diz ainda que a entidade não desistiu de uma reunião com o governador 

Sueli Silva representa esposas de policiais militares inativos. Ela disse que caso não haja melhoria das políticas voltadas à segurança pública, as mulheres dos policiais vão fechar os quartéis da corporação. Os protestos deveriam ter ocorrido já na manhã desta terça-feira, mas a informação teria vazado. No entanto, Sueli diz que as esposas estão mobilizadas e à postos, mas não revelou locais ou datas

Procurado pela CBN, o governo afirma que segue aberto às negociações, mas que neste momento não há recursos para pagar o índice reivindicado.

Repórter Fábio Buchmann