Foto: Colaboração

Logo após o anúncio da vitória de Jair Bolsonaro nas urnas, dezenas de apoiadores do político circularam pela região da Polícia Federal (PF), em Curitiba, onde o ex-presidente Lula cumpre pena desde abril.

Os manifestantes passavam em frente ao terreno alugado pela Vigília Lula Livre e provocavam os militantes com xingamentos e ameaças.

O trânsito ficou bastante complicado na região. Apesar do clima hostil, o Major Zwir, da Polícia Militar (PM), garantiu que não houve atos de violência.

O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Roberto Baggio, confirmou que não houve confrontos na região da vigília, mas criticou a postura da Polícia Militar após a apuração dos votos. De acordo com ele, a barreira policial que separava os militantes contrários, foi desmontada após às 19h.

Apesar da derrota nas urnas, o coordenador do MST garante que a vigília se mantém.

 

Boato de agressão a homossexuais

Após as 21h um boato circulou pelas redes sociais de que homossexuais teriam sido espancados por militantes pró Bolsonaro, na saída do bar Verdant, na Boca Maldita. A reportagem da CBN Curitiba foi até o local e apurou com testemunhas e com a Guarda Municipal que se tratava de mais uma notícia falsa. O que teria ocorrido foi uma briga passional entre duas pessoas. Após a fake news tomar uma grande proporção, o bar decidiu se manifestar pelo Facebook.

Na nota, a administração do Verdant esclareceu que não houve confusão com clientes dentro e fora do estabelecimento.

O texto informou ainda que a casa ofereceu aos clientes escolta dos seguranças até os carros, para evitar algum tipo de ataque, que não aconteceu.

Repórter Lucian Pichetti