Foto: Agência Brasil
Terrazza Panorâmico

Inspirado numa ideia nascida na Argentina, o movimento grande reserva Mata Atlântica pretende fortalecer e estimular as potencialidades turísticas e culturais do litoral sul de São Paulo, passando pelo litoral paranaense, chegando ao litoral norte catarinense, e dessa forma estimular o desenvolvimento da região aliado a preservação.

O movimento atua em cerca de 4 milhões de hectares de florestas, ambientes urbanos e área costeiro-marinha. A região da Mata Atlântica abriga 45 municípios, sendo quatro cidades históricas tombadas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) – localizadas no Paraná – Paranaguá, Antonina e Guaraqueçaba.

De acordo com a coordenadora de Áreas Protegidas da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, Marion Silva, o movimento busca o desenvolvimento econômico especialmente na região litorânea do Paraná.

Para Marion Silva, o trabalho do movimento é de conscientização e valorização da natureza como um meio de geração de bens e serviços que agreguem valor às cidades, ao comércio e traga orgulho à população.

Marion Silva explica que o movimento grande reserva mata atlântica quer fazer do remanescente de florestas um grande destino turístico no sul do país, apoiando o poder público, o comércio e a população.

Atualmente, a Mata Atlântica possui 32 milhões de hectares cobertos com vegetação nativa, contudo, apenas 7% estão em bom estado de conservação, sendo parte significativa localizada na Grande Reserva.

A Mata Atlântica passa por 17 estados brasileiros e cerca de 125 milhões de brasileiros vivem na sua área de abrangência, onde também estão concentrados aproximadamente 70% do Produto Interno Bruto do País.

No Paraná o movimento de incentivo e conservação denominado Grande reserva da Mata Atlântica irá atuar em 15 municípios.

O movimento está presente no Facebook e Instagran basta procurar por GrandeReservaMataAtlantica.

Repórter Vanessa Fernandes