Obras na Rodovia dos Minérios causam transtornos na região

Obras na Rodovia dos Minérios causam transtornos na região
Foto: AEN

Prestes a completar um ano, as obras da PR-092, conhecida como Rodovia dos Minérios, têm causado transtornos para os moradores e quem passa pela região. Dificuldades em longos congestionamentos, durante os bloqueios feitos para execução das melhorias, são alguns dos relatos enviados por ouvintes para o WhatsApp da Rádio CBN Curitiba.

O Cleiton Moreira passa com frequência no local. Na última sexta-feira (2), ele ficou mais de uma hora parado no trânsito.

A PR-092 é uma das rodovias mais importantes da Região Metropolitana de Curitiba. Ela liga a capital às cidades de Rio Branco do Sul, Itaperuçu, Almirante Tamandaré e à região do Vale do Ribeira. A estrada funciona como um corredor de escoamento de calcário, cimento, minérios e da produção hortifrutigranjeira.

A duplicação começa um pouco antes da ponte sobre o Rio Barigui, próxima ao entroncamento com a PR-418, o Contorno Norte de Curitiba. Ao todo, são 4,74 quilômetros com a construção de novas pistas, vias marginais, pontes, viadutos, passarela, calçadas e ciclovias no trecho entre Curitiba e Almirante Tamandaré. Conforme o Governo do Estado, o investimento é de R$ 90,6 milhões.

O diretor-geral do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná, (DER-PR), Fernando Furiatti, afirma que até o momento 15% das obras estão concluídos.

A obra começou com a terraplanagem e pavimentação das vias marginais, que terão oito metros de largura e sentido único. Somente nos pontos sem marginais é mantida aberta uma pista simples durante as obras. A construção está na fase de execução de Obras de Arte Especiais da obra: cinco pontes e dois viadutos. Com isso, os motoristas transitam no sistema “pare e siga”.

Conforme o diretor-geral do DER, todos os locais de trabalho estão sinalizados e seguindo as normas de segurança vigentes. Ele pede paciência para população.

As obras de duplicação da PR-092, a Rodovia dos Minérios, estão em andamento desde meados de novembro do ano passado. O prazo de conclusão é de dois anos.

Repórter Francielly Azevedo