Foto: divulgação.

Personagem fundamental do cinema brasileiro, a atriz e cineasta baiana Helena Ignez se destacou em obras como A Mulher de Todos e O Bandido da Luz Vermelha, de Rogério Sganzerla, e O Padre e a Moça, de Joaquim Pedro de Andrade. A trajetória, iniciada com o primeiro trabalho de Glauber Rocha, o curta-metragem Pátio (1959), motivou Sinai Sganzerla, filha de Rogério e de Helena, a criar o documentário A Mulher da Luz Própria, que tem lançamento nacional em Curitiba, dentro do 8º Olhar de Cinema. São duas sessões: nesta quinta-feira (6), às 20h30, no Cine Passeio (rua Riachuelo, 410); segunda (10), às 17h30, no Espaço Itaú de Cinema (shopping Crystal).

No Cestão da Tarde, da CBN Curitiba, Helena Ignez falou dos cineastas que ajudou a projetar (Julio Bressane, Glauber e Sganzerla eram desconhecidos quando filmaram com ela) e da quebra de tabus dentro e fora das telas:

Na 2ª parte da entrevista, Helena Ignez lembrou a parceria com o ator e músico Carlos Careqa, catarinense que morou em Curitiba. No filme A Canção de Baal, Careqa cantou Tico-Tico no Fubá em alemão:

Cestão da Tarde, com Joyce Carvalho e Ayrton Baptista Junior, vai ao ar de 2ª a 6ª, entre 14h30 e 15h, dentro do CBN Curitiba – Edição da Tarde.