Dos 30 presos, 28 são dos mandados de prisão expedidos para a operação desta sexta e dois estavam foragidos desde o ano passado. Duas pessoas continuam foragidas. Além disso, foram cumpridos 37 mandados de busca e apreensão.

Segundo o delegado da Polícia Federal, Vinícius Oliveira Binda, responsável pela operação, eram sete fornecedores e todos são da mesma família. A droga chegava até o Mato Grosso do Sul pela fronteira com o Paraguai e em seguida era enviada a Curitiba e região metropolitana.

De acordo com o delegado, dos 30 detidos, 20 foram presos em Curitiba, dois em Pinhais, um em Colombo, na região metropolitana e um em Pontal do Paraná, no litoral do Estado. Além disso, uma pessoa foi presa em Itapema, em Santa Catarina, uma em São Paulo. No Mato Grosso do Sul três foram presos em Campo Grande e uma em Ponta Porã.

Para burlar a polícia, os investigados estabeleceram um sólido esquema de lavagem de dinheiro que envolvia a ocultação e o fracionamento das operações financeiras, a utilização dos chamados ‘laranjas’ para aquisição de bens, a compra de veículos de luxo, imóveis rurais e outros de alto padrão no litoral de Santa Catarina.

Segundo o coordenador da operação, os investigados tinham várias táticas para esconder os entorpecentes, até mesmo no ralo de residências.

Ao longo das investigações, que iniciaram no ano passado, foram apreendidos cerca de 400 quilos de drogas, além de carros de luxo, joias, dinheiro, entre outros.

Os presos vão responder por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

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Repórter William Bittar

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