Foto: Divulgação/Polícia Civil
Terrazza Panorâmico

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpriu, na manhã desta quarta-feira (05), 13 mandados judiciais, sendo três de prisão preventiva e dez de busca e apreensão, contra uma das maiores associações criminosas especializada em roubos a joalherias do Estado. Cerca de 40 policiais civis participaram da operação que aconteceu na Capital e Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

O delegado da Delegacia de Furtos e Roubos, Marcelo Magalhães destaca que a quadrilha é perigosa e que agia com muita violência durante os roubos.

O delegado ressalta ainda que a mesma quadrilha agia também em Santa Catarina.

De acordo com as investigações, o grupo seria responsável por diversos roubos. Parte dos suspeitos foram reconhecidos por vítimas de dois roubos realizados Ponta Grossa. Somente em uma joalheria, que fica dentro de um shopping da cidade, no dia 22 de fevereiro deste ano, os criminosos teriam levado mais de R$ 750 mil em joias.

No dia 18 de março, os funcionários de um posto de combustíveis do bairro Cajuru, foram surpreendidos por três homens armados. O grupo criminoso deu voz de assalto e ordenou para que um dos atendentes abrisse o cofre, enquanto um dos criminosos impedia que clientes pudessem sair da loja de conveniências. Os suspeitos fugiram levando cerca de R$ 30 mil em dinheiro.

No dia 5 de abril, o grupo voltou a agir. Desta vez, os suspeitos renderam os funcionários de uma padaria, no centro de Ponta Grossa. Na ocasião, eles levaram dinheiro e pertences de clientes.

O delegado Marcelo Magalhães ressalta ainda que a quadrilha era organizada, com cada um de seus integrantes desempenhando funções específicas.

Os três mandados de prisão preventiva foram cumpridos dentro do sistema prisional, já que os investigados se encontravam presos desde o dia 16 de abril deste ano, em decorrência de um roubo contra uma joalheria do município de Xanxerê, em Santa Catarina.

Além dos roubos, os suspeitos também vão responder pelo crime de associação criminosa.

A polícia informa que os trabalhos de investigação devem continuar para que outros possíveis suspeitos também possam ser identificados.

Repórter Vanessa Fernandes