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Foto: Polícia Militar
Terrazza Panorâmico

Os três policiais militares envolvidos na morte do jornalista e publicitário Andrei Gustavo Orsini Francisquini, no dia 12 de maio, na Praça da Espanha, em Curitiba, foram ouvidos nesta segunda-feira (17) na 2ª Companhia da Polícia Militar, onde um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto para apurar a situação.

Eles foram acusados de terem executado o jovem pelo pai de Andrei, o também jornalista Benedito Francisquini, diretor do jornal Tribuna do Vale de Santo Antônio da Platina.

A época, a Polícia Militar informou que Andrei Francisquini estava armado e entrou em confronto com os policiais militares ao desobedecer uma ordem de parada e tentar fugir.

A família do jovem chegou a afirmar que o rapaz nunca portou armas e não tomou nenhuma atitude para justificar a ação dos policiais militares.

Em nota, a defesa dos três policiais, informou que “todos os esclarecimentos foram prestados às autoridades competentes” e que “toda a prova pericial até o momento alcançada e pelo esclarecimento feito pelos policiais demonstram que o arquivamento do caso é o caminho a ser seguido”.

Os policiais militares estão afastados das atividades por atestado médico, o que é comum quando envolvidos em situações de confronto. A Polícia Civil também abriu um inquérito para apurar o caso.

Repórter William Bittar