Foto: Pedro de Oliveira/Alep
Terrazza Panorâmico

O texto faz uma estimativa das receitas e fixa as despesas a serem realizadas no exercício financeiro do ano que vem pelo governo do estado.

O placar em plenário foi de 35 votos favoráveis e nove contrários.

Nos encaminhamentos para a votação, já com painel aberto, o líder do governo, Luiz Claudio Romanelli (PSB) e o deputado de oposição Requião Filho (PMDB) deram o tom de como devem seguir as discussões na votação em segundo turno.

De autoria da gestão Richa, a lei encaminhada à Assembleia Legislativa fala em receitas de R$ 59,7 bilhões para 2018.

Da execução orçamentária prevista, 30% devem ir para a educação, fatia equivalente a R$ 8,505 bilhões; em saúde a vinculação prevista é de 12%, que  representam R$ 3,401 bilhões. Para a segurança pública a previsão é destinar R$ 3,795 bilhões das receitas.

Também no texto estão previstos investimentos de R$3,085 bi em empresas estatais, como os portos de Antonina e Paranaguá, a Agência de Fomento do Estado, Sanepar e Copel.

Ainda na divisão dos recursos, o Legislativo deve ficar com 5% (divididos entre Assembleia e Tribunal de Contas), 9,5% para o Judiciário e 4% para o Ministério Público.

O projeto recebeu parecer favorável da Comissão de Orçamento na forma de substitutivo geral que passará pelo crivo dos deputados junto com 1.365 emendas que foram acatadas pelo relator da proposta.

A LOA deve voltar para votação em segundo turno na sessão plenária da terça-feira (12).

Repórter Cristina Seciuk

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