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Jaime Rocha – infectologista

Vacinar é proteger. De acordo com o Ministério da Saúde, as vacinas servem para estimular o sistema imunológico. Ao serem aplicadas, elas introduzem vírus ou bactérias inativas no organismo e fazem com que o sistema imunológico reconheça agentes que causam doenças e produza anticorpos.

Segundo o médico infectologista, Jaime Rocha, a vacinação tem eficácia comprovada, prevenindo doenças e em alguns casos erradicando-as.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que as vacinas evitem entre 2 milhões e 3 milhões de mortes por ano.

O reaparecimento de doenças que estavam erradicadas ou perto de desaparecer – como o sarampo, a tuberculose, a poliomielite, a rubéola e a difteria – coincide com a queda no número de pessoas vacinadas, o que acontece no Brasil desde 2003, conforme dados do Ministério da Saúde.

Com o início da campanha de vacinação contra a gripe surgem as dúvidas sobre a eficácia e os efeitos colaterais do medicamento. O especialista destaca que a vacina não deixa o paciente gripado.

No Brasil, existe, desde 1973, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) que estabelece o calendário básico de vacinação para crianças, adultos e idosos.