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Foto: Valdecir Galor/SMCS
Terrazza Panorâmico

Nesta quinta-feira (3), técnicos do Ministério da Saúde e da Secretaria da Saúde do Paraná ministraram palestras sobre o Manejo Clínico da Febre Amarela para mais de 200 profissionais que atuam na área da saúde e para gestores municipais de todas as regiões do Estado.

No evento, os participantes receberam informações sobre diagnóstico inicial da febre amarela, fluxo de exames laboratoriais, imunização e protocolos de tratamento.

Durante o encontro, que aconteceu no Auditório do Hospital do Trabalhador, em Curitiba, o secretário da Saúde do Paraná, Beto Preto, relembrou que, em março deste ano, uma pessoa que não estava imunizada, morreu em decorrência da doença.

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda, causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos infectados. Os sintomas iniciais são febre com calafrios, dor de cabeça intensa, dores nas costas, dores musculares, vômitos e fraqueza.

No período de julho de 2018 a julho de 2019, foram registrados 17 casos da doença, além de 480 notificações de suspeita de febre amarela.

No mesmo período, foram confirmadas 49 mortes de macacos infectados com a doença.

A Sesa ressalta que os macacos não transmitem febre amarela aos seres humanos e acabam se transformando em sentinelas para alerta em regiões onde o vírus da doença está circulando.

Devem se vacinar contra a doença qualquer pessoa a partir dos nove meses até os 60 anos de idade. Para moradores de municípios que têm casos confirmados de circulação de febre amarela, o Ministério da Saúde está recomendando também a imunização de pessoas acima de 60 anos.

A vacina da febre amarela está disponível em todas as unidades de saúde do Estado, e apenas uma dose basta para proteger o paciente por toda a vida.

Repórter William Bittar