Foto: William Bittar
Terrazza Panorâmico

Eduardo Purkote Chiurato, de 18 anos, teve a prisão temporária revogada pela Justiça nesta segunda-feira (27) e deixou a Delegacia de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Ele foi preso no dia 15 de novembro, após testemunhas afirmarem que ele quebrou o celular do jogador Daniel Corrêa Freitas, morto no dia 27 de outubro.

De acordo com a Polícia Civil, Purkote também teria pegado a faca que foi utilizada para matar o jogador e o agrediu na garagem da casa de Edison Brittes Júnior, que confessou ter matado o jogador.

O advogado que representa o indiciado, Ricardo Dewes, explica que a juíza que analisou a prisão de Purkote não teve provas suficientes para manter o jovem preso.

Nesta terça-feira (27), o promotor do Ministério Público do Paraná, João Milton Salles, oferecerá denúncia contra os indiciados pelo crime. Ao todo, sete pessoas foram apontadas pela Polícia Civil como participantes na morte do jogador.

Ainda nesta segunda-feira (26), o Ministério Público do Paraná pediu a conversão das prisões temporárias de seis investigados em preventivas.

Continuam presos, Edison Brittes, Cristiana Brittes, esposa de Edison, Allana Brittes, filha do casal, David Vollero, Ygor King e Eduardo da Silva. Apenas Purkote não permanece detido, ele foi indiciado por lesão corporal grave.

Daniel Corrêa Freitas foi encontrado morto há exatamente um mês perto de uma estrara rural na Colônia Mergulhão, zona rural de São José dos Pinhais. Ele tinha 24 anos e atualmente jogava no São Bento de Sorocaba, emprestado pelo São Paulo.

O atleta também passou por clubes como o Botafogo, Ponte Preta e Coritiba.

Até a manhã desta terça-feira, a juíza Luciani Regina Martins de Paula ainda não havia proferido uma decisão sobre a conversão das prisões.

Repórter William Bittar