Foto: Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil

A vistoria foi feita por profissionais do Centro de Apoio Científico em Desastres (Cenacid), da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Vários imóveis foram periciados nas áreas mais atingidas pelo tremor de terra, registrado na madrugada desta segunda-feira (18). O epicentro foi em Rio Branco do Sul, na grande Curitiba.

De acordo com o geólogo Renato Lima, as pessoas estavam muito assustadas, já que acordaram com o tremor de madrugada. Segundo ele, em algumas casas foram encontradas rachaduras.

Segundo o geólogo, o tremor foi de 5 graus na escala de Mercalli, que mede esses eventos na superfície. A escala vai até 12. No grau mais alto, é possível perceber mudanças de grandes massas rochosas e mudanças na topografia do local que foi atingido pelo evento.

Renato afirma que esse tipo de tremor é comum.

Apesar das rachaduras, nenhum imóvel foi interditado.

De acordo com a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR), o abalo atingiu 3,5 pontos na escala Richter, que determina a intensidade de um tremor de terra. Essa escala vai de 1 até 9. O evento no Paraná pode ser considerado médio.

Os técnicos da UFPR também foram ao local em que foi detectado o epicentro do tremor, em Rio Branco do Sul. O objetivo foi estudar a topografia do local, para tentar determinar as causas do fenômeno.

Além de Rio Branco do Sul, moradores de Itaperuçu, Almirante Tamandaré, Colombo e Curitiba também relataram ter percebido a terra tremer.

Apesar dos registros, nenhum atendimento foi registrado entre a noite de domingo (17) e a madrugada desta segunda-feira, de acordo com o Corpo de Bombeiros.

A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil também informou que não houve chamados para atender ocorrências, apenas pessoas ligando por curiosidade, para saber o que aconteceu.

Repórter Lucian Pichetti

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