Foto: Fábio Buchamann
Terrazza Panorâmico

A estação sustentabilidade ficava no cruzamento das ruas Oswaldo Portugal Lobato e Nicolau Sheffer, no bairro Santa Cândida.

Criadas pelo ex-prefeito Gustavo Fruet, as estações funcionam em contêineres adaptados. Doze foram instaladas na cidade. A última foi entregue em 22 de dezembro do ano passado, no bairro do Parolim.

As estações recebem os chamados resíduos tipo – 1 , como tampas plásticas, garrafas pet, vidro, papel, papelão, embalagens longa vida, além de latas de alumínio e outros tipos de metal.

É o lixo que não é recolhido pelos caminhões convencionais.

A CBN foi ao local e descobriu que o contêiner foi retirado por causa da ação de vândalos. Marli Brubnik Naiser  mora há 15 anos na região.

Segundo ela, eles atearam fogo no local, o que danificou a estrutura.

Leonardo Alves mora a poucos metros de onde ficava a estação sustentabilidade. Ele disse que os vândalos atearam fogo em um sofá que foi deixado em frente ao local. As chamas danificaram a parte da frente do contêiner.

Leonardo é outro que reclama da ausência do equipamento.

O projeto de criação das estações sustentabilidade foi inspirado em modelos que já existem em outros países, e integra uma série de inciativas da gestão anterior sobre reeducação ambiental. O custo foi estimado na época em R$ 65 mil.

A Prefeitura de Curitiba informa que frequentemente há registros de Estações de Sustentabilidade vandalizadas, danificadas e com equipamentos furtados na cidade. Em virtude disso, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente está estudando a melhor forma de dar continuidade ao programa que complementa a coleta de resíduos recicláveis pelos caminhões do Lixo Que Não é Lixo.

 

Repórter Fábio Buchmann

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