Foto: Divulgação/Grin

Depois das bicicletas amarelas, os patinetes elétricos se tornaram uma verdadeira febre, em Curitiba. Meio prático de transporte individual, sobretudo na área central da capital paranaense, o veículo é motivo de polêmica entre os pedestres. Para o consultor cultural Edson Barros, o Brasil está atrasado neste sentido.

A servente Luciana de Lima aprova o uso dos patinetes. E diz que esta é uma opção interessante para as necessidades de locomoção. 

Já o detetive particular Douglas Cerqueira contesta a forma como os equipamentos são deixados nas calçadas, após o uso.

Entre os usuários, há discordâncias e reivindicações. Para o policial militar Laurence Smanhotto, a falta de proteção e de vias próprias, como as ciclovias para as bicicletas, podem potencializar possíveis acidentes.

O advogado Eric de Godoy considera o patinete elétrico seguro, mas não o utiliza com regularidade. Ele reconhece que há dificuldades no trânsito. E, também, que é necessário usar os equipamentos adequados.

E entre os motoristas, os patinetes também geram divergências. Para alguns, como o motorista de aplicativo Anderson Wunsche, mesmo sendo seguro há a necessidade de uma campanha de conscientização sobre a utilização correta do veículo.

E para outros, a questão é mesmo de educação e respeito. Como para o empresário Rodrigo Salvador, que ressalta os riscos para os pedestres.

Com tanto barulho em torno do assunto, a Prefeitura de Curitiba já prepara um decreto de regulamentação para normatizar o uso dos patinetes elétricos na cidade.

Repórter Marcelo Ricetti