Foto: Reprodução/Instagram
Terrazza Panorâmico

Nos últimos dias, uma brincadeira ganhou as redes sociais e os grupos de amigos e das famílias: o envelhecimento dos rostos por meio de uma foto, utilizando um aplicativo.

Atualmente, a China possui 170 milhões de câmeras utilizadas em sistemas de vigilância — o Big Brother Chinês. No Carnaval de Salvador, um sistema de reconhecimento facial identificou um foragido em meio a milhares de foliões usando fantasias.

Quais os impactos que o reconhecimento facial pode ter em questões que vão além do compartilhamento de imagens em redes sociais, como as ações de segurança pública? Onde fica a segurança de dados neste debate?

Sobre este assunto, conversamos com Selma Migliori, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE).