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Foto: SMCS
Terrazza Panorâmico

O projeto de lei que veta o uso de produtos inflamáveis foi protocolado dois dias depois que o apartamento de um prédio explodiu no bairro Água Verde, em Curitiba, no dia 29 de junho, enquanto um sofá era impermeabilizado. Na ocasião, três pessoas ficaram gravemente feridas e um menino, de 11 anos, morreu.

De acordo com a proposta do vereador Colpani (PSB), o decreto da Prefeitura de Curitiba pode ser derrubado facilmente, mas o projeto de lei na Câmara Municipal tem um poder até maior.

Colpani também lembra que o decreto municipal não prevê multa para as empresas que continuarem utilizando produtos inflamáveis para a impermeabilização.

De acordo com o vereador, em Curitiba, 50 empresas fazem o serviço de impermeabilização, mas o trabalho diminuiu por conta do medo das pessoas em realizar esse tipo de serviço depois do acidente do dia 29 de junho.

Representantes de várias empresas de impermeabilização acompanharam a primeira votação na manhã desta segunda-feira (2) na Câmara Municipal.

Além disso, o projeto de lei prevê que as empresas de impermeabilização precisam de averiguação e liberação prévia de órgãos como as secretarias municipais do Urbanismo e do Meio Ambiente; Corpo de Bombeiros; Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil; Comissão de Segurança de Edificações e Imóveis (Cosedi); e a Delegacia de Explosivos, Armas e Munições (Deam) da Polícia Civil.

Repórter William Bittar